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Periodontologia

A periodontologia é a área da medicina dentária que se dedica ao diagnóstico e tratamento do conjunto de estruturas que dá suporte aos nossos dentes (periodonto), ou seja, a gengiva, o osso alveolar, o ligamento periodontal e o cemento.

Alguma alteração numa destas estruturas pode levar ao início de uma doença periodontal, afetando o suporte e fixação dos nossos dentes ao osso.

Além do tratamento de doenças periodontais, esta área também se dedica ao tratamento de alterações gengivais, como as recessões, e também possui um carácter estético ao dedicar-se, por exemplo, ao tratamento do sorriso gengival.

A periodontologia é a área da medicina dentária que se dedica ao diagnóstico e tratamento do conjunto de estruturas que dá suporte aos nossos dentes (periodonto), ou seja, a gengiva, o osso alveolar, o ligamento periodontal e o cemento.

Alguma alteração numa destas estruturas pode levar ao início de uma doença periodontal, afetando o suporte e fixação dos nossos dentes ao osso.

Além do tratamento de doenças periodontais, esta área também se dedica ao tratamento de alterações gengivais, como as recessões, e também possui um carácter estético ao dedicar-se, por exemplo, ao tratamento do sorriso gengival.

Quais são as doenças periodontais?

A gengivite e a periodontite são as doenças periodontais com bastante prevalência na população mundial.

Estas duas doenças têm carácter bacteriano, ou seja, provêm de acumulação de placa bacteriana nos tecidos que rodeiam e dão suporte aos dentes.

A gengivite é apenas a inflamação da gengiva, levando ao seu sangramento, não havendo destruição ou afetação de tecidos mais profundos – como o osso alveolar e o ligamento periodontal.

A periodontite é a evolução da gengivite não tratada, havendo então afetação e destruição de todos os tecidos de suporte do dente, podendo mesmo levar à mobilidade e possível perda de dentes por falta de suporte e fixação ao osso.

O tabaco e a diabetes são considerados fatores de risco ao aparecimento e desenvolvimento desta doença.

Estas duas doenças têm diferentes graus de severidade e podem ser localizadas ou generalizadas.

Que tratamentos existem para as doenças periodontais?

Dependendo do tipo, gravidade e extensão da doença, o tratamento pode ser cirúrgico ou não cirúrgico.

O tratamento não cirúrgico baseia-se na remoção de toda a placa bacteriana e tártaro ao redor dos dentes, através de destartarização bimaxilar (vulgarmente chamada de ‘limpeza’) e um procedimento chamado de Raspagem e Alisamento Radicular, onde removemos o tártaro da superfícies das raízes dentárias, tornando-as lisas e dificultando a acumulação de nova placa bacteriana e tártaro.

Nos casos mais severos, com acumulação mais profunda e já com destruição das estruturas de suporte, o tratamento não cirúrgico pode não ser suficiente.

Nestas situações, há a necessidade de procedimentos cirúrgicos onde, além da remoção de toda a placa bacteriana e tártaro mais profundos e até processos infecciosos, podemos ter de regenerar os tecidos ósseos e gengivais.

O objetivo destes dois tipos de tratamento é a estabilização da doença periodontal, criando ao paciente condições favoráveis para a higienização da sua cavidade oral, assim como devolver a saúde aos seus dentes e estruturas de suporte.

Quais são as doenças periodontais?

A gengivite e a periodontite são as doenças periodontais com bastante prevalência na população mundial.

Estas duas doenças têm carácter bacteriano, ou seja, provêm de acumulação de placa bacteriana nos tecidos que rodeiam e dão suporte aos dentes.

A gengivite é apenas a inflamação da gengiva, levando ao seu sangramento, não havendo destruição ou afetação de tecidos mais profundos – como o osso alveolar e o ligamento periodontal.

A periodontite é a evolução da gengivite não tratada, havendo então afetação e destruição de todos os tecidos de suporte do dente, podendo mesmo levar à mobilidade e possível perda de dentes por falta de suporte e fixação ao osso.

O tabaco e a diabetes são considerados fatores de risco ao aparecimento e desenvolvimento desta doença.

Estas duas doenças têm diferentes graus de severidade e podem ser localizadas ou generalizadas.

Que tratamentos existem para as doenças periodontais?

Dependendo do tipo, gravidade e extensão da doença, o tratamento pode ser cirúrgico ou não cirúrgico.

O tratamento não cirúrgico baseia-se na remoção de toda a placa bacteriana e tártaro ao redor dos dentes, através de destartarização bimaxilar (vulgarmente chamada de ‘limpeza’) e um procedimento chamado de Raspagem e Alisamento Radicular, onde removemos o tártaro da superfícies das raízes dentárias, tornando-as lisas e dificultando a acumulação de nova placa bacteriana e tártaro.

Nos casos mais severos, com acumulação mais profunda e já com destruição das estruturas de suporte, o tratamento não cirúrgico pode não ser suficiente.

Nestas situações, há a necessidade de procedimentos cirúrgicos onde, além da remoção de toda a placa bacteriana e tártaro mais profundos e até processos infecciosos, podemos ter de regenerar os tecidos ósseos e gengivais.

O objetivo destes dois tipos de tratamento é a estabilização da doença periodontal, criando ao paciente condições favoráveis para a higienização da sua cavidade oral, assim como devolver a saúde aos seus dentes e estruturas de suporte.

Periodontologia Clínica Miguel Vieira

É normal sangrar das gengivas?

Não! O sangramento gengival deve ser entendido como um alerta, pois é um dos principais sintomas da doença periodontal.

Qualquer tipo de sangramento –espontâneo, durante a escovagem ou refeições – é sinal de existência de inflamação dos tecidos, ou seja, há a necessidade de avaliação e tratamento pelo seu médico dentista.

Recessões gengivais

A recessão gengival traduz-se no deslocamento da margem gengival em direção à raiz do dente, expondo a superfície radicular, e pode ser causada por vários fatores.

Se o dente é suportado pelos tecidos ósseos e gengivais, esta recessão pode ser sinónimo de perda de suporte à volta do dente, podendo levar á mobilidade dentária em casos mais evoluídos.

Além disso, a superfície radicular é muito delicada. Esta exposição pode levar ao aparecimento de cáries na raiz, assim como a fenómenos de hipersensibilidade e comprometimento da estética.

Através de uma abordagem microcirúrgica, é possível devolver novamente o suporte desejado aos seus dentes, voltando a recobrir a raiz exposta após remover a sua causa.

É normal sangrar das gengivas?

Não!

O sangramento gengival deve ser entendido como um alerta, pois é um dos principais sintomas da doença periodontal.

Qualquer tipo de sangramento –espontâneo, durante a escovagem ou refeições – é sinal de existência de inflamação dos tecidos, ou seja, há a necessidade de avaliação e tratamento pelo seu médico dentista.

Recessões gengivais

A recessão gengival traduz-se no deslocamento da margem gengival em direção à raiz do dente, expondo a superfície radicular, e pode ser causada por vários fatores.

Se o dente é suportado pelos tecidos ósseos e gengivais, esta recessão pode ser sinónimo de perda de suporte à volta do dente, podendo levar á mobilidade dentária em casos mais evoluídos.

Além disso, a superfície radicular é muito delicada. Esta exposição pode levar ao aparecimento de cáries na raiz, assim como a fenómenos de hipersensibilidade e comprometimento da estética.

Através de uma abordagem microcirúrgica, é possível devolver novamente o suporte desejado aos seus dentes, voltando a recobrir a raiz exposta após remover a sua causa.

Periodontologia Clínica Miguel Vieira

Sorriso Gengival

O sorriso pode revelar a personalidade, a felicidade, ser uma manifestação de bem-estar, e mostra-se como a nossa maior arma de comunicação pois é uma característica única e exclusiva de cada ser humano.

A harmonia estética facial relaciona-se diretamente com o sorriso, sendo que este se torna esteticamente agradável quando os elementos que o constituem (lábios, gengivas e dentes) estão dispostos numa localização e proporção adequadas.

Esta harmonia não é alcançada quando existe uma exposição excessiva da gengiva durante o sorriso, denominada de ‘Sorriso Gengival’, afetando negativamente a harmonia e a autoestima do paciente.

Este excesso de exposição gengival pode ter várias causas. No entanto, o seu tratamento é possível!

Sorriso Gengival

O sorriso pode revelar a personalidade, a felicidade, ser uma manifestação de bem-estar, e mostra-se como a nossa maior arma de comunicação pois é uma característica única e exclusiva de cada ser humano.

A harmonia estética facial relaciona-se diretamente com o sorriso, sendo que este se torna esteticamente agradável quando os elementos que o constituem (lábios, gengivas e dentes) estão dispostos numa localização e proporção adequadas.

Esta harmonia não é alcançada quando existe uma exposição excessiva da gengiva durante o sorriso, denominada de ‘Sorriso Gengival’, afetando negativamente a harmonia e a autoestima do paciente.

Este excesso de exposição gengival pode ter várias causas. No entanto, o seu tratamento é possível!

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